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Mostrando postagens com o rótulo Museus

Mônica Machado - Antropologia Digital e Experiências Virtuais do Museu de Favela

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Mônica Machado - Antropologia Digital e Experiências Virtuais do Museu de Favela - Editora Appris - 231 Páginas - Lançamento: 10/11/2017 A divisão entre a cidade formal e as favelas  na paisagem urbana do Rio de Janeiro é  uma realidade que não pode ser ignorada. Após décadas de políticas públicas inadequadas as comunidades carentes continuam a ocupar territórios cada vez mais densamente povoados e sem condições básicas de infraestrutura, além de serem  estigmatizadas pela população das áreas mais privilegiadas devido à insegurança provocada pelos altos índices de criminalidade e violência. O  resgate desta imensa dívida social passa pela necessidade de projetos consistentes e auto-sustentáveis de urbanização das favelas assim como de iniciativas de inclusão social que garantam o exercício da cidadania plena e reafirmação dos valores locais para essas populações. É surpreendente como algumas soluções para tantos problemas podem surgir a partir de ações da pr...

Alberto Manguel - Uma História Natural da Curiosidade

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Alberto Manguel - Uma História Natural da Curiosidade - Editora Companhia das Letras - 488 Páginas - Tradução de Paulo Geiger - Lançamento no Brasil: 18/08/2016 O ensaísta, romancista, tradutor e editor Roberto Manguel é intelectual com formação erudita muito rara nos dias de hoje. Nascido em 1948, em Buenos Aires, passou a infância em Israel, onde seu pai era embaixador argentino, retornando ao país natal com sete anos. Novamente em Buenos Aires, quando Manguel ainda era adolescente, conheceu Jorge Luis Borges, já quase cego. O famoso autor argentino precisava que lessem em voz alta para ele e Manguel tornou-se um dos leitores de Borges,várias vezes por semana de 1964 a 1968. Depois desse período, nos anos 1970, viveu na França, Inglaterra, Itália e Taiti trabalhando para editoras e jornais e, principalmente, sendo um leitor voraz. Nos anos 1980, o autor mudou-se para o Canadá onde tornou-se cidadão canadense. Em 2000, comprou um presbitério medieval na França, e reformou a bib...

O humanismo na fotografia de Werner Bischof

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Foto Werner Bischof - Japão, Tóquio, 1951 -  Clube de Striptease Werner Adalbert Bischof (1916 - 1954) é um dos nomes mais importantes na história do fotojornalismo. Ele estudou design gráfico e fotografia de 1932 a 1936 com Hans Finsler ,  mestre do movimento da Nova Objetividade, na Escola de Artes e Ofícios de Zurique e, em seguida, abriu um estúdio de fotografia e publicidade. Em 1942 se tornou um freelancer da área de modas para a revista Du , que publicou seus primeiros grandes ensaios fotográficos em 1943. Bischof recebeu reconhecimento internacional após a publicação em 1945 de sua reportagem sobre a devastação causada pela Segunda Guerra Mundial.  Foto Werner Bischof - Hungria,  Planíces de Puszta,  1947 -  Fazendeiros Nos anos seguintes, Bischof viajou na Itália e Grécia para a Swiss Relief , uma organização dedicada à reconstrução no período pós-guerra. Em 1948, ele fotografou os Jogos Olímpicos de Inverno em St Moritz para a revis...

Georges de La Tour

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O recém-nascido (1648) - Georges de La Tour - Museu de Rennes, França O Museu do Prado apresenta até 12 de junho uma exposição com 31 das 40 obras conhecidas de Georges de La Tour (1593 - 1652). Um artista francês que, até hoje, desafia os críticos com uma das biografias mais misteriosas da história da arte. Até pouco tempo, algumas de suas telas eram atribuídas a pintores da escola espanhola e holandesa, inclusive ao italiano  Caravaggio que influenciou o seu estilo de contrastes entre claro e escuro, religioso e profano. O Diretor do Museu do Prado, Miguel Zugaza define Georges La Tour como o mais espanhol dos pintores franceses. O quadro acima, "O recém-nascido" , da fase final de sua carreira, é um exemplo da técnica de contrastes que confere um tom divino a uma simples cena familiar. O Trapaceiro com Ás de Ouros (1635) - Georges de La Tour - Museu do Louvre Já na obra acima, "O Trapaceiro com Ás de Ouros" ,  o clima é definitivamente mundano e ...

Ukiyo-e, a beleza do mundo flutuante

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Utagawa Kunisada (1786-1865)  O sistema de produção das tradicionais gravuras japonesas, conhecidas como ukiyo-e (imagens do mundo flutuante em tradução literal), tem como base a técnica da xilogravura que consiste em gravar blocos de madeira para gerar múltiplas impressões. Este tipo de expressão artística é muito representativo da cultura japonesa e obteve maior desenvolvimento e interesse popular durante o período Edo (1603-1868) com o surgimento de uma burguesia consumidora de temas como: atores do teatro kabuki, lutadores de sumô, paisagens da natureza e, principalmente, o ideal de beleza feminina, através de cortesãs reais e geishas, algumas vezes erotizadas. A imagem acima, de Utagawa Kunisada (1786-1865), apresenta o processo de criação das estampas em suas diferentes etapas. Toshusai Sharaku (? - 1795) e Kitagawa Utamaro (1753-1806) Acima, a imagem da esquerda é a representação do ator de teatro kabuki Otani Onjii II, criação de Toshusai Sharaku em 1794, disp...

A Livraria Lello da cidade do Porto resiste ao tempo

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A livraria Lello e Irmão   da cidade do Porto continua resistindo à era dos livros digitais e compras online, provando que ainda existe lugar para o livro impresso e a livraria independente tradicional. Em janeiro deste ano foi escolhida pela revista Time como uma das livrarias mais interessantes do mundo (ver a seleção em  World´s coolest bookstores ). Em 2010 foi eleita pelo guia de viagens Lonely Planet como a terceira mais bonita do mundo (ver seleção completa aqui ) em 2008 entrou na lista do jornal inglês Guardian. A matéria completa da revista Time  descreve assim a livraria Lello (tradução do jornal português Observador ): “A fachada neogótica desta livraria antiga não transparece a opulência interior: madeira talhada, colunas douradas, tetos ornamentados, e uma escada vermelha deslumbrante iluminada por um vitral. A livraria centenária apresenta mais de 100 mil títulos diferentes em várias línguas, incluindo traduções para inglês d...

Modigliani no RIo de Janeiro

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A exposição Modigliani: imagens de uma vida , inaugurada no dia 31 de janeiro, permanecerá no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) do Rio de Janeiro até o dia 15 de abril de 2012. A exposição, realizada pelo Museu a Céu Aberto em parceria com o Modigliani Institut Archives Lègalès Paris-Roma , apresenta pinturas e esculturas originais, desenhos, além de documentos, fotos, diários e manuscritos de Modigliani e de importantes artistas da sua época. A iniciativa faz parte do Momento Itália-Brasil que inclui outros eventos culturais em 2012. Local: Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) - Avenida Rio Branco 199, Centro (Metrô Cinelândia). Rio de Janeiro – RJ. Horário: Terça a sexta-feira das 10h às 18h e sábados, domingos e feriados das 12h às 17h Ingressos: R$ 8,00 (meia R$ 4,00). Gratuidade diariamente para professores  e aos domingos para o público em geral. Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 minutos antes do fechamento do Museu.

William Blake - O Livro de Urizen

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A imagem acima da Biblioteca Digital Mundial é de uma edição do Livro de Urizen de William blake (1757-1827) da Coleção Rosenwald cedida pela Biblioteca do Congresso. Blake é um tipo raro de artista que, tanto em suas poesias quanto ilustrações, inventou a sua própria realidade e religião, moralidade e idealismo. O Livro de Urizen foi escrito provavelmente em 1790 e publicado em 1794, um período histórico, portanto, muito rico para a humanidade após as revoluções francesa e americana. Este livro, dotado de um fabuloso misticismo,  representa a visão de Blake para a Gênese dos espíritos elementares, filhos de Urizen: o ar (Thiriel), a água (Utha), a terra (Grodna) e o fogo (Fuzon). Os textos de William Blake eram sempre acompanhados de ilustrações do próprio autor que imprimia seus livros através de um processo de prensagem desenvolvido por ele e denominado "Impressão Iluminada" para colecionadores privados ou para livreiros de Londres. Existem apenas seis raras r...

MoMA - Exposição Diego Rivera

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A exposição sobre os murais do mexicano Diego Rivera (1886-1957) no MoMA estará aberta ao público até Maio de 2012 e a boa notícia é que não precisaremos viajar até Nova York para apreciar os detalhes de sua obra, basta visitar o site especial da exposição clicando aqui para navegar em imagens de alta definição por cada um dos murais . Os trabalhos, que foram exibidos originalmente no Museu de Arte Moderna (MoMA) em 1931 e 1932, apresentam uma crítica à desigualdade social no México e a vida durante a Grande Depressão nos EUA, particularmente na cidade de Nova York e são um exemplo da orientação política de Rivera, fortemente influenciado pelo comunismo. Sempre envolvido em confusos relacionamentos com belas mulheres, Diego Rivera é mais conhecido do grande público por ter sido o marido de Frida Kahlo (1907-1954), mas o seu trabalho nas artes plásticas marcou a história do México e ele destaca-se na arte do século XX muito além da propaganda marxista ou socialista da ép...

Google Art Project

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O Google Art Project é uma ferramenta on-line que permite a visitação virtual de museus em 360 graus e, utilizando a técnica Street View, aplicar zoom de alta precisão nas obras cadastradas. O exemplo das imagens é do MoMa de Nova York, onde podemos ver detalhes das pinceladas de Van Gogh no quadro " A Noite Estrelada " de 1889. Muitos museus famosos ainda não permitiram a inclusão no projeto, mas parece que a novidade veio para ficar. É certo que nada pode substituir a experiência de uma visitação real, mas esta ferramenta chega bem perto. Segue abaixo a relação de alguns Museus com links: Alte Nationalgalerie, Berlim Freer Gallery of Art, Smithsonian, Washington DC   The Frick Collection, Nova York Museu Kampa, Praga The Metropolitan Museum of Art, Nova York  MoMA, Museu de Arte Moderna, Nova York  Museo Reina Sofia, Madri Museo Thyssen - Bornemisza, Madri Galeria Nacional, Londres   Palácio de Versailles, Fra...

Museo Nacional del Prado - Rubens

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O detalhe ampliado acima é da obra de Rubens (1577-1640): São Jorge e o Dragão de 1607 que estará, juntamente com outras noventa obras do renomado artista flamengo, em exposição no Museu do Prado , Espanha, de Novembro/2010 a Janeiro/2011. Ver um vídeo sobre a exposição clicando aqui e a Galeria Online do Museu do Prado com mais de 1000 obras do acervo, incluindo os trabalhos de Rubens, clicando aqui . Segundo a organização da exposição: "O veículo principal que Rubens utilizou para transmitir suas ideias são os mitos que resumem a sabedoria dos antigos sobre o comportamento e as emoções dos seres humanos. Apoiado em sua fé e no poder das formas pintadas para influir no ânimo dos espectadores e em uma enfática retórica gestual, Rubens recriou estes mitos com um extraordinário poder de convicção" . Olhando o detalhe da abertura desta postagem e o plano geral de São Jorge e o Dragão , entendemos bem esta declaração do Museu do Prado.

Coleções do Museu Barbier-Mueller

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O Museu Barbier-Mueller , fundado em 1977, tem a sua sede principal situada em Genebra, Suíça, com o objetivo de preservar, estudar e divulgar uma coleção particular iniciada por Josef Mueller em 1907. Hoje esta coleção já acumula mais de 7000 objetos de arte, incluindo trabalhos da antiguidade clássica e tribal assim como esculturas, máscaras e ornamentos de civilizações "primitivas" de todo o mundo, até mesmo do Brasil. O Museu publica constantemente livros e catálogos para acompanhar as exposições de que participa em todo o mundo. Vinte anos após a fundação da sede de Genebra, em 1997, foi inaugurado o Museu Barbier-Mueller em Barcelona, Espanha, com coleções representativas das culturas pré-hispânicas da América Central, andina e da Amazônia. As principais áreas de interesse do Museu são, em ordem de importância, África, Índias Orientais (Indonésia "primitiva"), as Américas  (pré e pós-colombiana), Ásia tribal e, de uma forma geral, as fases pré-hist...

Metropolitan - Exposição de Oberlin

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Últimos dias para visitar a exposição Side by Side do Metropolitan . Quem estiver de passagem por Nova York pode aproveitar o final de semana e apreciar algumas obras relevantes da coleção de arte do museu Allen Memorial Art Museum da Faculdade e Conservatório de Oberlin . A coleção completa conta com 14.000 obras, incluindo pinturas, escultura, artes decorativas, impressões, desenhos e fotografia. A exposição do Metropolitan selecionou alguns clássicos como o Jardim da Princesa do Louvre de Claude Monet (1840-1926) na figura ao lado que ilustra o catálogo da exposição e outras preciosidades como o quadro de São Sebastião de Hendrick ter Brugghen (1588-1629) - ver imagem abaixo, um seguidor do trabalho de Caravaggio. A seleção é muito abrangente e apresenta também obras de artistas modernos como Ernst Ludwig Kirchner (1880-1938), Mark Rothko (1903-1970) e Adolph Gottlieb (1903-1974). Segundo informações do site do Allen Memorial Museum , atualmente existem mais de 10.500 obra...

Johannes Vermeer (1632-1675)

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Moça com brinco de pérola Óleo em tela 46.5 x 40 cm - Museu Mauritshuis, The Hague O meu amigo Barros , também colega da área de engenharia, publicou uma postagem bem completa sobre Vermeer que é o pintor holandês mais famoso do século XVII depois de Rembrandt. Através desta postagem fiquei conhecendo a página Essential Vermeer que apresenta informações técnicas e biográficas extremamente detalhadas além de recursos interativos de análise das telas, um dos melhores sites que já visitei sobre pintura. Para ficar ainda no campo da literatura, o livro do irlandês Frank Wynne, resenhado hoje no caderno Prosa e Verso do jornal O Globo, traça a história do falsificador Hans van Meegeren (1889-1947), um artista frustrado, adorador da arte do século XVII num momento em que a pintura passava por uma revolução, nas primeiras décadas do século XX. Rejeitado por seu conservadorismo, ele ganhou cerca de US$ 65 milhões pintando telas com a técnica da idade de Ouro holandesa e vendendo-a...