Últimos Lançamentos Penguin-Companhia das Letras

Penguin classics
D.H Lawrence, Jonathan Swift e Montaigne

O selo Penguin-Companhia das Letras continua surpreendendo com um ótimo ritmo de lançamentos impulsionado pelo riquíssimo catálogo de originais da coleção Penguin Classics em novas traduções para o português e também com títulos importantes da literatura nacional. Cada uma das edições é sempre complementada com informações valiosas sobre a obra e o contexto do lançamento, por exemplo, em O Amante de Lady Chatterley de D.H. Lawrence, a editora acrescentou o texto "A propósito de O amante de lady Chatterley", em que  o próprio Lawrence comenta a controvérsia sobre o livro e justifica suas intenções literárias, e ainda uma introdução de Doris Lessing, vencedora do prêmio Nobel de literatura em 2007. Um apêndice e notas explicativas situam o leitor na geografia das Midlands e no contexto social e político do romance.

Penguin classics
Lima Barreto, John Reed e Stephen Crane

Segue a relação de todos os doze títulos publicados até o momento, por ordem de lançamento,  pelo selo Penguin-Companhia das Letras com links para as respectivas páginas da editora, onde podem ser consultadas informações adicionais sobre as sinopses, biografia dos autores e organização de cada volume:

Comentários

Mi Müller disse…
Báh confesso que tenho uma certa obsessão fetichista pela companhia da letras e agora com essa parceria com a penguin ela está cada dia mais latente, estas edições são muito caprichadas. Pretendo me presentear em breve com alguns volumes :)
estrelinhas coloridas...
Anny disse…
Kovacs:
Também gosto muito desta editora.Obrigada pelas sugestões.

Anny
Alex disse…
Boa dica, Kovacs. Estou com vontade de ler “Dez dias que abalaram o mundo” de Reed. Falando em Companhia das Letras, lembrei-me do episódio polêmico do Jabuti deste ano, envolvendo esta editora e a Record. Vaidade desnecessária, hein? Enfim, espero que continuem publicando ótimos títulos, pois é isto que o bom leitor deseja.

Abraços.
Anônimo disse…
Prezado K,
Gostei muito de ver o lançamento de uma nova edição das Viagens de Gulliver. Faz parte do meu patrimônio literário da infância.
Há poucos anos tive a oportunidade de reler esta pequena obra-prima no original inglês, e pude apreciar melhor ainda - com olhos adultos - a profundidade da crítica política e de costumes. Jonathan Swift, além de demolir a hipocrisia e a mentira nas relações humanas, era um grande defensor das liberdades individuais e opositor da ingerência totalitária do estado.
Seus personagens, além de engenhosos e originais, possuem nomes interessantíssimos, como por exemplo os nobres cavalos falantes - os "Houy-hn-hnms" (ou coisa parecida...), e lugares bizarros como "Glubdubdribb". Agrada a crianças de todas as idades, e tem um valor moral e ético considerável, tão escasso nestes tempos em que escravidão é liberdade, e o certo é errado.
Mais uma vez, a sua dica é imperdível!!
Grande abraço,
R. Halevy.

P/S: estou finalizando a arte da capa do meu modesto livreco de poesias - se tudo correr bem, será publicado em Janeiro. Mandarei um exemplar - para você guardar num cantinho meio escuro da sua mega-estante recheada de grandes clássicos...
Kovacs disse…
Mi, este selo/coleção é coisa de fetichista mesmo! Dá vontade de comprar todos.
Kovacs disse…
Anny, gosto de divulgar iniciativas assim. Obrigado pela visita!
Kovacs disse…
Alex, muito triste este episódio entre Companhia das Letras e Record, espero que eles continuem competindo apenas para publicar mais e melhores livros.
Kovacs disse…
Caro Halevy, também li este clássico de Swift um pouco prematuramente e vou aproveitar a oportunidade para reler. Por sinal a sua resenha está ótima, parabéns!

Boa notícia saber do lançamento do seu livro de poesias que já estou aguardando com ansiedade.
Djabal disse…
Eu sinto, não sei se o sentimento é verdadeiro ou se é apenas uma jogada de marketing, que estamos cada vez mais dentro do círculo de leitores com obras de primeira linha ofertadas.
Ou seja, estamos com obras disponíveis com traduções cuidadas e aos poucos a nossa grande lacuna cultural vai se preenchendo.
Algo parecido com o recapeamento de qualidade da BR 116. Por isso, a viagem ficará muito melhor. Abração.
Kovacs disse…
Djabal, nada como uma imagem figurada da área de engenharia! Realmente temos a impressão de viajar em uma estrada pavimentada quando encontramos uma edição com notas, biografia, bibliografia etc.
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